Protocolo Filho Presente Quero começar
Para mães de filhos de 10 a 16

Do lado de cá da porta fechada, dá para ouvir o jogo.

Plano diário de 21 dias para reabrir a conversa em casa — sem tirar o celular, sem briga e sem interrogatório.

Quero meu filho de voltaacesso imediato, por e-mail
PDF por e-mail
10 minutos por dia
Garantia de 7 dias
Uma imagem dividida ao meio. À esquerda, à noite, um menino de costas na cadeira gamer diante do monitor, com a luz roxa do RGB na parede. À direita, o mesmo menino no fim da tarde, no quintal de casa, chutando uma bola na direção do pai.
Não é tirar a tela. É a vida voltar a ter outras coisas dentro dela.
21 dias · 3 fases · 10 minutos por dia · nenhum dia depende da reação dele · sem tirar o celular · sem interrogatório · 21 dias · 3 fases · 10 minutos por dia · nenhum dia depende da reação dele · sem tirar o celular · sem interrogatório ·
A cena

Muitas mães descrevem a mesma coisa

Pergunta como foi o dia. Recebe “nada”.
Pergunta o que aconteceu. Recebe “normal”.

Não é o celular que dói. É que só uma pessoa puxa assunto nessa casa.

Nos desabafos de mãe na internet, três frases se repetem: “não sei mais o que fazer”, “já tentei de tudo”, “preciso de ajuda”.

Imagem dividida ao meio, vista do lugar do motorista. À esquerda, o menino de capuz e cabeça baixa no celular, com um balão: “Como foi a aula?” “Legal.” À direita, o mesmo menino virado para a mãe, sorrindo e gesticulando, com um balão: “Hoje a aula foi irada, mãe! Joguei bola e fui bem na prova de ciências.”
O que muda não é ele. É o que acontece nos dez minutos antes dessa pergunta.
Não aguento mais o “nada”plano diário · R$ 47,90
O inventário

O que você já tentou

×

Tirar o celular.Guerra, três dias de silêncio, e voltou tudo como estava.

×

Sentar e perguntar o que ele tem.Monossílabo.

×

Matricular num esporte.Foi duas vezes e travou.

×

Ameaçar, apelar, cobrar.Cada tentativa fechou a porta mais um pouco.

A parte que ninguém diz

Nada disso foi burrice. É o que qualquer mãe que ama o filho tentaria — e é o que praticamente toda mãe tenta.

O problema não é ter tentado pouco. É que tudo isso chega por cima — e por cima essa porta tranca.

Já tentei tudo. Me dá o plano21 dias, um passo por noite
A inversão

Todo mundo disse para ser mais firme

A tela não é a causa. Ela é o abrigo — e um abrigo que cobra aluguel caro, em sono e em convivência.

Chegar por cima

  • Perguntar o que ele tem
  • Tirar o aparelho
  • Cobrar resposta
  • Sentar para “ter uma conversa séria”
  • Ele lê como cobrança — e fecha.

Chegar pela lateral

  • Aparecer sem perguntar nada
  • Ficar lado a lado, com as mãos ocupadas
  • Entrar no assunto dele antes do seu
  • Falar de tela só depois que a porta abre
  • Ele não precisa se defender.
Duas pessoas de costas, lado a lado na pia de uma cozinha simples, lavando e secando a louça. Nenhum rosto aparece.
Lado a lado, com as mãos ocupadas. É a posição em que adolescente fala — e é o oposto de sentar de frente para ter uma conversa séria.
Sociedade Brasileira de Pediatria

“Dialogue, converse e ouça, não proíba. A proibição total pode ser ineficaz e até contraproducente.”

Manual oficial de orientação a famílias

O plano

Três fases de sete dias

Você lê meia página à noite e faz uma coisa no dia seguinte. Dez minutos.

Semana 1
Você aparece e não pergunta
Semana 2
Você entra no mundo dele
Semana 3
Você propõe a regra de tela
1
Semana 1

Ficar por perto sem pegar no pé

Objetivo: tirar a pressão

Você ganha uma folga da pergunta. Cada dia avisa o que esperar — e na primeira semana o esperado é nada.

2
Semana 2

Entrar no mundo dele

Objetivo: reabrir o canal

O assunto é o que ele gosta. Não é escola, não é sentimento, e continua não sendo tela.

3
Semana 3

O primeiro combinado

Objetivo: negociar sem briga

Agora dá para falar de tela. O que muda não é a regra — é quem a escreve.

21
dias, um passo por vez
10
minutos por dia
37
páginas em PDF
0
dias que dependem
da reação dele
Quero fazer o Dia 1 hoje à noiteacesso imediato · R$ 47,90
Por dentro

Não é um ebook. É um plano.

Todo dia traz a ação daquele dia e uma versão de 60 segundos, para quando você chega sem nada sobrando. Quando o dia tem fala, vem também o que dizer, o que não dizer e o que esperar dele depois.

Dia 3

Contar sem perguntar

A ação — 10 minutos

Conte uma coisa do seu dia. Banal mesmo. E não faça nenhuma pergunta no fim.

O que dizer

“Hoje deu um perrengue no trabalho, uma cliente ligou três vezes pra mesma coisa.”

“Passei na padaria e tava fechada, tive que ir lá longe.”

“Sonhei uma coisa doida ontem.”

O que não dizer

“E o seu dia?” — essa é a emenda que estraga tudo. Você conta e para. A conversa não é uma troca hoje.

O que esperar

Ele vai fazer “hum”. Ou nem isso. Você vai sair achando que falou sozinha. Falou mesmo — e era esse o exercício de hoje.

Versão de 60 segundos

Uma frase, na passagem, sem parar de andar. Conta.

O Dia 3 inteiro. Nem todo dia tem fala — o Dia 1 se chama “Hoje você só repara”, e ali o exercício é justamente não falar.

São 37 páginas assim. Sete delas, na ordem em que aparecem:

Capa do plano
A capa
Página de abertura, com o título Antes de começar
Antes de começar
Página com as instruções de uso do plano
Como usar o plano
Página com os sinais que pedem ajuda profissional
Quando isso aqui não basta
Página de abertura de uma semana do plano
O que esperar da semana
Página de um dia do plano, com a ação e as frases prontas
Um dia inteiro
Página final com a lista de fontes de cada afirmação
De onde eu tirei isso
As folhas impressas na mesa da cozinha, com caneta e xícara
Impresso, na mesa
Quem controla o resultado é você

Nenhum dia depende da reação dele — todo dia pede uma coisa sua, e é você quem marca o dia como feito.

Por que agora

Não é que depois seja tarde. É que agora é barato.

35% 25% 14% 10 anos 18 anos um terço do dia um sétimo
O tempo acordado que ele passa com a família cai de cerca de 35% para 14% entre os 10 e os 18 anos. Aos 10, você ainda tem um terço do dia dele. Aos 18, um sétimo.
Larson e colegas, Developmental Psychology, 1996 — amostra americana, medida por amostragem de experiência.

Isso não é ameaça, e não é conta para assustar. É a explicação de por que dez minutos por dia agora custam menos do que custariam daqui a três anos.

Por que é difícil achar

Você procurou e não achou. Não é falta de sorte.

Antes de escrever este material, a gente foi ver o que existe. O que se vende para mãe de adolescente no Brasil é quase tudo a mesma coisa — e é outra coisa.

14
ofertas mapeadas nesse nicho. Nenhuma promete que ele fale.
Todas prometem que ele obedeça: “impor limite”, “fazer o filho te ouvir”, “educar sem gritar”.
0
anúncios no Brasil para as frases exatas dessa dor.
“Meu filho não conversa” e “não me conta nada”, checadas na Biblioteca de Anúncios do Meta em agosto de 2026.
86% → 55%
dos pais conversam com o filho sobre o que ele faz na internet — e essa conta cai com a idade dele.
Dos 9-10 anos para os 15-17. TIC Kids Online Brasil, CGI.br — amostra nacional.

Faz sentido você não ter achado: o mercado inteiro fala de controle, e a conversa em casa vai encolhendo sozinha enquanto isso.

Mensagens que chegaram

Como isso aparece na prática

“Ontem fiz só um comentário e deixei quieto. Depois foi ele quem continuou o assunto.”

Arraste para o lado para ler as outras →

Dia 1
Boa noite. Fiz o primeiro dia hoje.
Nada cinematográfico kkk
Sentei perto dele por uns minutos sem reclamar do celular.
Ele me mostrou um vídeo e explicou a história toda. Parece pouco, mas aqui em casa já foi alguma coisa.
C
Primeiros dias
Eu achei que não conseguiria porque minha rotina é muito corrida.
Em alguns dias, consigo dez minutos. Em outros, dois ou três.
Ontem só deixei um lanche perto dele e comentei sobre uma música que estava tocando.
Não virou uma conversa longa, mas também não virou cobrança. Foi isso que me fez continuar.
T
Fim da semana 1
Terminei a primeira semana.
Percebi que eu só procurava meu filho para cobrar alguma coisa.
Tarefa, banho, horário, celular. Sempre tinha uma cobrança escondida.
Ainda é cedo, mas o clima está menos pesado.
L
Semana 2
Descobri finalmente o nome daquele jogo 😂
Ele estranhou e perguntou duas vezes por que eu queria saber.
Falei que queria entender o que ele achava tão legal.
Passou uns dez minutos me explicando os personagens. Não entendi metade, mas ouvi tudo.
D
Semana 2
Acho que finalmente entendi onde eu estava errando.
Eu fazia cinco perguntas de uma vez e ele se fechava.
Ontem fiz só um comentário e deixei quieto. Depois foi ele quem continuou o assunto.
Foi estranho me segurar, mas fez diferença.
A
Depois
O que mais me ajudou foi entender que cada atividade não depende da resposta dele.
Eu estava avaliando tudo como “funcionou” ou “não funcionou”.
Agora faço minha parte e não fico esperando uma reação imediata.
Até a convivência ficou mais leve.
S

Mensagens reais recebidas de quem está aplicando o plano, transcritas para leitura. Iniciais no lugar dos nomes, a pedido delas. Resultados variam de família para família.

Vista de trás de um sofá numa sala à noite. Mãe e filho sentados juntos, de costas, com uma tigela de pipoca entre eles e a TV acesa ao fundo.
É para isso que serve a Semana 3: um lugar na casa onde vocês dois cabem, sem cobrança no meio.
Quero isso na minha casaR$ 47,90 · acesso na hora
Vem junto

Dois bônus para o que o plano não cobre

Os dois são vendidos separadamente por R$ 29,90 cada. Quem leva o plano hoje recebe os dois junto.

Capa do bônus Pai Aliado, Pai Que Atrapalha Uma página interna do bônus
Bônus 1 · 12 páginas

Pai Aliado, Pai Que Atrapalha

Quando você combina uma coisa e a outra pessoa da casa desfaz na frente dele.

  • O que dizer para ele parar de desmanchar o combinado na frente do seu filho — sem virar discussão de casal
  • Como manter a mesma regra de pé entre duas casas, depois de uma separação
  • E o capítulo para quem não tem parceiro nenhum: avó, tio, professor, treinador
R$ 29,90 Incluso hoje PDF, no mesmo e-mail
Capa do bônus Quando Passa do Ponto Uma página interna do bônus
Bônus 2 · 11 páginas

Quando Passa do Ponto

A lista que te diz se ainda é da idade — ou se já não é com você.

  • Os sinais que separam o que é da idade do que pede outra ajuda, em lista, sem alarmismo
  • O que responder para quem diz “é só fase” — inclusive dentro da sua família
  • Onde procurar ajuda de graça no Brasil, com os telefones conferidos na fonte oficial
R$ 29,90 Incluso hoje PDF, no mesmo e-mail
Quero o plano com os dois bônusR$ 107,70 em material, por R$ 47,90
A oferta

Comece hoje à noite

Protocolo Filho Presente37 páginas · R$ 47,90
Bônus · Pai Aliado, Pai Que Atrapalha12 páginas · R$ 29,90
Bônus · Quando Passa do Ponto11 páginas · R$ 29,90
Seção “Quando isso aqui não basta”inclusa
Acessoimediato, por e-mail
60 páginas, três materiaisR$ 107,70
R$ 47,90

à vista, ou parcelado no cartão · você economiza R$ 59,80

Quero começar agoraPIX ou cartão · acesso na hora

Dá para parcelar no cartão. E você tem 7 dias para desistir.

7dias de
garantia

Faça alguns dias e sinta. Se não fizer sentido para a sua rotina, devolvemos o valor — e o material fica com você.

O que entra

O que você leva por R$ 47,90

São 60 páginas somando o plano e os dois bônus, os 21 dias escritos um a um — não um texto genérico que você adapta —, e cada afirmação conferida na fonte, com a lista das fontes impressa dentro do material.

Material de parentalidade no Brasil custa entre R$ 19,90 e R$ 57. Este fica no meio dessa faixa, com mais páginas que os dois mais caros.

E tem a conta que talvez pese mais: se você já matriculou ele numa atividade que travou na segunda semana, aquilo custou mais do que isso — e não vinha com garantia de sete dias.

De onde saiu cada afirmação

O material tem uma página inteira chamada “De onde eu tirei isso”, que separa o que tem pesquisa por trás do que é prática de consultório — inclusive dizendo o que ele se recusa a afirmar.

Perguntas

O que toda mãe pergunta

E se ele não colaborar?
O plano foi feito para isso. Nenhum dia depende da resposta dele — todo dia pede uma ação sua, e é você quem marca o dia como feito. A primeira semana, inclusive, prevê que não aconteça nada.
Preciso tirar o celular?
Não. As duas primeiras semanas não têm uma linha de regra sobre celular, e na terceira o assunto entra como conversa, não como confisco.
Meu filho tem 16. Ainda serve?
Serve. O plano foi desenhado para a faixa de 10 a 16 anos. Com filho mais velho a lógica continua a mesma — o que costuma mudar é o ritmo: a primeira semana tende a precisar de mais repetição antes de virar alguma coisa.
Funciona com menina?
O método sim — ele não depende de nada que seja específico de menino. Mas é honesto avisar: os exemplos foram escritos pensando em menino, porque é o recorte que menos encontra material próprio. Se você tem uma filha, a cena muda e o passo continua igual.
Isso substitui acompanhamento profissional?
Não, e o material é explícito nisso. Existe uma seção inteira, logo nas primeiras páginas e antes do Dia 1, com os sinais que pedem avaliação e onde procurar ajuda gratuita no Brasil.
Quanto tempo por dia?
Dez minutos. E todo dia tem uma versão de 60 segundos, para quando dez minutos não existirem.
Como eu recebo?
Por e-mail, na hora do pagamento. São PDFs — abre no celular, e dá para imprimir se você preferir papel.
Uma última coisa

A porta fechada não é só a sua. Do outro lado tem alguém que também não sabe como recomeçar — e que não vai dar o primeiro passo.

Não é disputa. É que um dos dois já foi adolescente e sabe como é. O outro ainda não sabe.

Hoje à noite eu começoR$ 47,90 · garantia de 7 dias

Protocolo Filho Presente · plano diário de 21 dias para reabrir a conversa em casa

Dúvidas ou suporte: opushub.br@gmail.com

Produto digital (PDF). Não substitui acompanhamento profissional. Resultados variam de família para família. Este site não faz parte do Facebook/Meta.

R$ 47,90acesso na hora
Começar agora